Em outubro, o Rio de Janeiro recebe o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia junto com o World Congress of Cardiology, reunindo num mesmo evento alguns dos profissionais mais qualificados da medicina mundial.
Médicos que vão a congressos assim não estão parados. Estão se atualizando, revisando protocolos, debatendo o que há de mais recente na literatura. A carreira deles está em movimento constante.
E aí você abre o perfil do LinkedIn de muitos desses mesmos profissionais e encontra uma foto de cinco, dez anos atrás. Às vezes tirada no celular, às vezes recortada de algum evento. Uma imagem que não tem nada a ver com quem essa pessoa é hoje, com o que ela construiu, com a autoridade que ela acumulou ao longo dos anos.
Tem uma inconsistência aí que vale a pena nomear.
O paciente que vai marcar uma consulta pesquisa antes. Sempre. E o que ele encontra online forma uma expectativa. Quando a foto não bate com a pessoa que ele vai encontrar no consultório, algo sutil se quebra, mesmo que ele não consiga explicar o quê. Confiança é isso, uma série de sinais pequenos que precisam estar alinhados.
Um médico que se atualiza tecnicamente merece uma imagem que acompanhe essa evolução. Não por vaidade, mas por coerência. Porque a mesma seriedade que ele dedica à sua especialidade deveria aparecer em tudo que representa ele profissionalmente, inclusive na foto que o mundo vê antes de ele abrir a boca.
📍 Estúdio Fanara, Niterói. Retratos corporativos com personalidade, do clássico ao ousado.
