Bege. Off-white. Bege com textura. Branco. E mais bege, dessa vez com uma planta ao fundo pra dar a sensação de que algo diferente está acontecendo.

Eu entendo a lógica por trás disso. Neutro parece seguro, minimalista parece sofisticado, e ninguém vai te criticar por escolher bege. O problema é que ninguém vai te lembrar também.

Tem algo curiosamente contraditório em profissionais que vivem num país de Carnaval, de festa junina, de pôr do sol cor de laranja sobre a Baía de Guanabara, e escolhem se apresentar ao mundo numa paleta que faz mais sentido em Estocolmo ou Helsinque do que no Rio de Janeiro.

Não estou dizendo que o minimalismo é errado. Estou dizendo que quando todo mundo aparece com o mesmo fundo, a mesma luz difusa e o mesmo sorriso contido, o minimalismo deixa de ser uma escolha estética e vira invisibilidade com verniz de bom gosto.

No Estúdio Fanara eu gosto de cor, de volume, de sombra, de expressividade. Tenho fundos coloridos, uma parede vinho que já produziu retratos memoráveis, e consigo transitar do mais clássico ao mais ousado dependendo de quem está na frente da câmera e do que essa pessoa quer comunicar.

Porque personalidade não tem uma cor só, e a sua imagem profissional não precisa ter.

Se você sempre achou que retrato corporativo era sinônimo de fundo cinza e camisa social, talvez valha a pena repensar. Ou pelo menos dar uma olhada no que é possível quando alguém decide que o Brasil pode aparecer na foto também.


📍 Estúdio Fanara, Niterói. Retratos corporativos com personalidade, do clássico ao ousado.


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