Niterói não é mais a cidade que as pessoas atravessam a baía para deixar para trás.
Isso ficou mais claro nos últimos anos. O centro ganhou novos escritórios, consultórios, estúdios. Profissionais que poderiam ter ido para o Rio escolheram ficar, ou escolheram voltar. Não por falta de opção, mas porque perceberam que há mercado aqui, há clientela, há uma cidade que amadureceu economicamente sem perder a escala humana que o Rio perdeu faz tempo.
Com isso veio algo que eu não esperava ver tão rápido: uma mudança de postura em relação à imagem profissional.
Não estou falando de vaidade. Estou falando de profissionais que chegam ao estúdio sabendo exatamente o que precisam e por quê. Advogados que querem uma foto para o site do escritório que vai abrir. Médicos que estão construindo uma presença no Instagram e perceberam que a foto do celular não funciona mais. Consultores que vão palestrar em eventos e precisam de um retrato para o material de divulgação. Empreendedoras que estão relançando a marca e querem que a imagem acompanhe o momento.
Cinco anos atrás, a conversa era diferente. A maioria chegava sem saber bem o que queria, ou chegava porque alguém tinha indicado e achou que talvez valesse tentar. Hoje chega gente que pesquisou, que viu o portfólio, que já tem uma ideia do que espera do resultado.
Isso não acontece por acaso.
Parte disso vem do LinkedIn, que deixou de ser um currículo online e virou o primeiro lugar onde as pessoas te avaliam antes de te contratar. Parte vem da pandemia, que jogou tudo para o digital e deixou evidente que quem não cuidava da imagem estava invisível. Parte vem de uma geração de profissionais que cresceu consumindo conteúdo e entende intuitivamente que imagem comunica antes de qualquer palavra.
Mas tem algo específico de Niterói nisso também.
A cidade tem uma concentração grande de profissionais liberais, de autônomos, de pequenos empresários que dependem da própria reputação para funcionar. Não têm o guarda-chuva de uma grande empresa por trás. O nome deles é a marca. E quando o nome é a marca, a imagem que representa esse nome importa de um jeito muito concreto.
Quem entende isso não trata a foto profissional como um gasto. Trata como parte do que sustenta o negócio.
Eu trabalho com isso há mais de uma década em Niterói e posso dizer que o perfil de quem me procura mudou. Não na quantidade, mas na consciência. As perguntas são mais precisas. As expectativas são mais claras. E o resultado, quando o processo funciona bem, é uma imagem que a pessoa reconhece como sua, não como uma foto genérica de LinkedIn.
Essa mudança de postura não vai reverter. O profissional que já entendeu o papel da imagem não volta atrás. E cada geração nova que entra no mercado chega mais acostumada a pensar visualmente do que a anterior.
Niterói está no meio disso. E quem trabalha com imagem aqui, neste momento, está no lugar certo na hora certa.
O Estúdio Fanara fica no centro de Niterói e atende profissionais que entenderam que imagem é parte da reputação. Se você está nesse momento, entre em contato.
João Fanara

