


João Fanara
Fotografo pessoas há mais de uma década. Comecei na rua, com a câmera na mão e sem pressa: os ex-votos e o fervor de Juazeiro do Norte, a luz diferente e o tempo lento de São Tomé e Príncipe, as igrejas barrocas e os casarões de São João Del Rei. Fotografia documental, paisagem, o instante que não se repete.
Aprendi a observar antes de fotografar. E foi essa escola que moldou o meu olhar sobre pessoas.
Como eu trabalho
Quando alguém agenda uma sessão, a primeira coisa que faço é perguntar: o que você faz, quem são seus clientes, onde essas fotos vão aparecer. Não é questionário — é uma conversa de 10 minutos que muda o resultado.
Um advogado tributarista precisa passar algo diferente de um dermatologista, que precisa de algo diferente de um corretor de imóveis. A roupa muda, a postura muda, a luz muda. Se eu não souber quem está na minha frente, a foto vai ficar genérica. E foto genérica não serve para nada.
Na hora de fotografar, eu dirijo tudo. Onde colocar a mão, para onde olhar, como inclinar o queixo. A maioria das pessoas chega sem saber o que fazer e sai falando “achei que ia ser pior”. Depois de mais de mil sessões, tenho um bom repertório para deixar qualquer um à vontade.
Sobre as cores e o fundo bege
Há alguns anos, instalou-se uma moda nos estúdios de fotografia: o fundo bege. Neutro, “clean”, atemporal. Entendo o argumento. Mas discordo, com carinho, de quem o leva longe demais.
A cor não é decoração. É informação. É personalidade. É o detalhe que faz uma imagem falar antes mesmo de você processar o rosto. Quando escolho a paleta de um ensaio, não estou pensando em tendência. Estou pensando em quem está à minha frente. Tem gente que é azul. Tem gente que é terracota. Tem gente que é verde-musgo e ainda não sabe disso.
O bege apaga. As cores revelam.
Isso não significa fotografia barulhenta ou carnavalesca. Significa intenção. Um fundo bem escolhido, uma luz com temperatura certa, um tom que complementa a pele e conta algo sobre o caráter de quem posa: é isso que busco. Uma imagem que envelhece bem não é uma imagem sem cor. É uma imagem que teve a cor certa.
Fotografo pessoas há mais de uma década. Comecei na rua, com a câmera na mão e sem pressa: os ex-votos e o fervor de Juazeiro do Norte, a luz diferente e o tempo lento de São Tomé e Príncipe, as igrejas barrocas e os casarões de São João Del Rei. Fotografia documental, paisagem, o instante que não se repete.
Aprendi a observar antes de fotografar. E foi essa escola que moldou o meu olhar sobre pessoas.
Formação
Sou formado em Estudos de Mídia pela UFF. Fotografo profissionalmente desde 2014, com foco em retratos corporativos, ensaios femininos, book de atores e moda.
Mais de 80 avaliações 5 estrelas no Google. Se quiser ler o que os clientes escrevem, está tudo público.
Onde fica o estúdio
Rua da Conceição 154, sala 1006, Centro de Niterói.
A 3 quadras das Barcas, com estacionamento perto. Se você vem do Rio, desce na Praça Araribóia e anda 5 minutos.
Se você não mora em Niterói mas quer fazer um ensaio na sua cidade, me manda uma mensagem. Atendo no Rio e região.
Sua credibilidade visual em Niterói. WhatsApp: 21 99416-0648 · estudio@fanara.com.br
