Tem uma coisa estranha acontecendo no LinkedIn agora.

Você abre o perfil de alguém, lê a bio e encontra: consultora de marketing, professora universitária, fundadora de uma startup de educação. Três frentes reais, todas ativas, todas gerando renda. Mas a foto é de quando essa pessoa trabalhava numa empresa, de terno, com o logo da ex-empregadora ao fundo.

A identidade mudou. A imagem não acompanhou.

Isso acontece porque a gente troca de função mais rápido do que troca de foto. A carreira virou uma coisa fluida, combinada, construída em múltiplas frentes ao mesmo tempo. Mas a imagem profissional ainda funciona no tempo antigo, aquele em que você tinha um cargo, uma empresa, um chapéu só.

O problema não é estético. É de sinal.

Quando a sua foto não representa quem você é hoje, ela cria uma pequena fricção em todo mundo que te encontra online antes de te conhecer pessoalmente. Não é uma rejeição. É uma dúvida silenciosa. Quem é essa pessoa de verdade?

Uma boa foto profissional para quem acumula funções não tenta resolver isso explicando tudo. Ela não precisa dizer que você é consultora e professora e fundadora. Ela precisa transmitir algo mais simples e mais difícil ao mesmo tempo: que existe uma pessoa coerente por trás de tudo isso. Presença. Clareza. Alguém que sabe quem é independente do cargo que está exercendo naquele momento.

Isso não se resolve com roupa ou fundo. Se resolve com direção. Com uma conversa antes do ensaio sobre quem você é e o que essa imagem precisa comunicar. Com um fotógrafo que entende que o trabalho começa antes de apertar o disparador.

A carreira que você construiu é complexa. A imagem que te representa não precisa ser. Ela precisa ser verdadeira.


O Estúdio Fanara, em Niterói, trabalha com profissionais que estão em movimento — de cargo, de área, de identidade. Se a sua foto ainda não acompanhou quem você virou, entre em contato.

João Fanara

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